O primeiro filme que assito em 2010 já chegou me conquistando. Sherlock Holmes, dirigido por Guy Ritchie une as características que mais me atraem em filmes e me deixam fissurada na tela como aconteceu ontem, sem piscar nem bocejar: investigação policial, porradaria, humor sútil e bons atores.
O filme já começa num ritmo acelerado, com perseguições, brigas e suspense e esse ritmo não cai durante o filme, com direito a muitas lutas de Sherlock e seu fiel escudeiro Watson, muita investigação e descobertas de um grande detetive, sem deixar de lado pitadas de humor que caem muito bem nas cenas mais tensas.
Downey Jr encarna um Sherlock meio esquizofrênico, muito desleixado e certas vezes meio pirado, mas muito perspicaz e perfeito em suas deduções. Jude Law é o doutor Watson, que tentase afastar das encrencas de seu companheiro, mas que não consegue abandonar as intrigantes investigações.
O filme ainda conta com uma bela moça que também é boa de briga e investigações, além de ser um antigo romance de Sherlock. Outro ponto é o caso a ser resolvido, algo com certa influência de Dan Brown e suas teorias conspiratórias sobre ceitas e magia.
Um ótimo filme, com muita ação, uma investigação policial bastante detalhada e misteriosa, ótimos e bonitos atores, além de uma belíssima reprodução de Londres da época, super recomendado!
Um chimpanzé apreendido em um navio, passa a observar os seres humanos e a imitá-los, tornando-se um deles e entrando para o show business. Depois de sua adaptação, no auge de sua carreira artística, apresenta uma palestra contando sua experiência.
Devo primeiramente confessar que nunca fui muito com a cara deste judeu narigudo que usa óculos pretos e grossos. Nunca assisti fervorosamente a seus filmes, nem conhecia seu famoso senso de humor único e refinado. Para mim, ele era um completo estranho. Até que uma força do destino coloca em minhas mãos um de seus livros de contos : “Side Effects” de 1975. Curiosa, comecei a ler e logo fiquei fascinada.
Não é de hoje que o jornalismo da RPC pode ser comparado ao do Jornal Hoje: matérias de comportamento, culinária, curiosidades e outras inutilidades. Realmente um desperdício para um dos poucos espaços existentes para tratar das problemáticas do estado.
É hoje. Dia cinco de junho. E o Google não lembrou. Ou simplesmente não é uma data importante para uma mega empresa. Aniversário de artistas, eventos científicos e finais de campeonatos de futebol devem dar mais créditos para o site que o dia do Meio Ambiente, afinal. Acontece exatamente como o Dia da Educação, motivo de post em abril. Ninguém se lembra. Ou quando lembra faz passeata, inaugura uma praça ou um projeto em alguma escola.
Mesmo bastante doente e com o corpo muito dolorido devido à Benzetacil, lá estava eu no domingo, dia 10, na Arena Expotrade para assistir ao show de umas das maiores bandas de rock do mundo. Não é minha banda favorita, mas é necessário admitir que eles têm uma importância fundamental para a música nas últimas décadas.
Hoje é 28 de abril, Dia da Educação. Você certamente não sabia. Ninguém sabia. E essa é a maior prova de que a educação de qualidade ainda não é prioridade para a sociedade brasileira.
No úlitmo dia 19, estive na cidade de Aparecida, interior de São Paulo. Conhecida como a capital da fé, a cidade é assim chamada porque em 1717 pescadores teriam encontrado uma imagem de Nossa Senhora dentro do rio, e a partir de então recebido muitas graças, e todo o vilarejo passou a adorar a santa aparecida que realizava milagres.
Depois de algum tempo, finalmente assisti ao grande vencedor do Oscar 2009: “Quem quer ser um milionário”. Um filme que chegou despetencioso e conquistou corações. Inclusive o meu. A história do menino Jamal, um pequeno favelado da Índia, que sobrevive a muitas aventuras ao lado de seu irmão Salim e da bela Latika é fascinante. Os cenários e paisagens por onde os garotos passam são muito belos, e as dificuldades que sofrem ao serem explorados e viverem nas ruas são tocantes.
Logo ao entrar no Teatro da Reitoria, me deparo com uma enorme tela na frente de todo o palco, e já disparo que seria mais uma peça com algumas interações em vídeo, em que os atores ficam atrás do tecido. Logo nas primeiras cenas do espetáculo, meu queixo vai ao chão e quase não consigo acreditar no que vejo. A perfeita interação dos atores com as imagens projetadas, que compõem os cenários do espetáculo, na tela a frente e também em outra atrás deles é incrível. Não parece mais que estamos vendo uma peça de teatro, mas sim no cinema. Cenas em movimento, perspectivas, utilização de vários planos e cenários muito realistas causam espantos de admiração.